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domingo, 5 de julho de 2009

Depois de um bom tempo,estamos de volta! shows,cd lançado e muito trabalho.sempre esperamos que no final tudo valha realmente a pena,e eu penso sinceramente que pode valer sim! A seguir,uma entrevista para o bandas de a-z feito por Giuliaana Conte.


Show de lançamento do CD Primitivo Silêncio da banda Versus A.D.Dia 29/06 as 20:00 no Goiânia Ouro em Goiânia!Entrada: R$ 5,00 ou CD + Entrada R$ 15,00!Aqui vai uma entrevista que fiz essa semana com a banda, para vocês conhecerem mais do projeto!






1- O Trio Versus A.D. é um conjunto de Rock Progressivo com Hard Rock, Pop e Fusion. Como surgiu a idéia de criar esse projeto tão inédito?Bem, a princípio eu pesquisava sobre a divisão musical e rótulos de algumas décadas, como, o progressivo dos anos setenta o fusion já no fim dos anos sessenta além do Hard rock e A.O.R.(adult oriented rock) do início dos anos oitenta e pensei por que não misturar tudo isso em um imenso caldeirão musical, sem a culpa dos rótulos que por vezes se destaca mais do que a musica que vem sendo feita nos dias de hoje.
2- Por que o nome Versus A.D.? Qual o significado?O nome é oriundo do latim, Versus vem de “contra”, o A.D. É uma abreviação de anno domini, uma celebração crista segundo o calendário católico e que marca tudo que foi criado a partir disto, mas ao nosso ver, uma espécie de “AUTORIEDADE” servida dos interesses religiosos cristãos, na verdade, de uma forma sucinta, seríamos contra a imposição não o credo em si!
3- Quais são as influências da banda? Essas influências são percebidas pelas músicas?É claro que cada um agrega a influencias a sua maneira, ou seja: tudo aquilo que você ouve durante toda a sua vida pode, vez ou outra, ser ouvido na estrutura musical criada por toda a banda mas basicamente para a banda; resume-se em rock progressivo setenta como Genesis, Yes, Rush, Kansas, Pink Floyd, e o Hard Rock e Aor, bandas como: Journey, Boston, Survivor, Foreigner, accept, van Halen etc. Dentro de todo esse caldeirão ainda pesquisei, eu diria, musica latina, samba e jazz, que também fizeram parte destas influencias.



4- No dia 29 próximo, é o show de lançamento do 1º CD. Qual a expectativa para o evento?Bom, o fato de se ter o cd para trabalhar pode parecer mais fácil mas aponta apenas para o início de todo este trabalho, na verdade, agora com o cd vem todo o trabalho de divulgação e de existir. E em se tratando de musica instrumental as coisas podem ser bem mais difíceis mas a expectativa de se estar tocando para um seleto grupo de pessoas a favor da arte, o que pode trazer um beneficio artístico aliado ao prazer que faz tudo isto realmente valer a pena!
5- O que o público poderá conferir de perto dia 29?Tocaremos o cd inteiro, o que pode nos aproxima das bandas progressivas antigas, já que as mesmas também usavam deste artificio de tocar todo o álbum em suas apresentações. Não haverá super produção ou algo assim, “um trio se apresentando em um teatro”, basicamente somos uma banda de rock, porém, com um veio artístico acima da media pela bagagem trazida através dos mais de vinte anos de estrada.6- Deixe um recado para o público do Bandas_a_z.Bom, eu espero que todos vocês continuem na musica, direta ou indiretamente e que o bandas de A-Z sempre esteja disponível para ajudar as bandas e artistas a alcançarem seus objetivos, nós do Versus agradecemos a oportunidade e o apoio que vocês nos deram.É impossível perder uma dessa! Até eu vou estar lá! hahahaha~~~~~Vocês não esqueceram da enquete lá na comunidade né? ACABA DIA 28!!! http://www.orkut.com.br/Main#CommPollResults.aspx?cmm=48178892&pct=1243601235&pid=1001476500

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

RESTART , PRIMITIVO SILENCIO, E FIM DE ANO



Muita coisa tem acontecido em relação ao Versus A.D. desde o último post. As gravações foram concluídas entre julho e agosto e ficamos dependendo apenas de uns ajustes finais (ajustes,estes, que quase nunca tem fim) para o início da fase de pós -produção dentro do estúdio, que começa acontecer agora em meados de DEZEMBRO.Enquanto isto, na sala de justiça (ahhh... eu adorava os superamigos!), a gente vem trabalhando a parte artística de capa, fotos e prensagem.




A capa esta a cargo de Carlos Zema (Vougan, Outworld e Heavens Guardian). Já as fotos ficaram a cargo de Noêmia Elisa, que vem se destacando na cena local de Goiânia e com um portfólio bem ímpar. Todas as fotos desta post fazem parte deste ensaio feito para o cd. Eu, particurlamente, fiquei muito satisfeito com o resultado das fotos, já que eu esperava que a Noêmia realmente nos ajudasse com esta questão.
Apesar de vários problemas com o Versus A.D. no decorrer do segundo semestre e a não concretização do lançamento do cd ainda em 2008, o disco provavelmente deve ser finalizado em sua totalidade em dezembro-janeiro,devendo ser lançado nos dois primeiros meses do ano seguinte. O selo, muito provavelmente, será a ALVO DISCOS, uma subsidiária da Monstro Discos.



Com relação ao disco, o que posso adiantar é que a diferente gama de situações musicais, como o pop fusion, hard, além dos momentos modais e o misto de referências, podem ser o carro-chefe deste álbum. Mas se tratando de uma música instrumental e de contexto não só artístico mas sócio-político, tudo pode acontecer. E a absorção de um produto hermético assim, pode flutuar entre a participação em grandes festivais do gênero, com críticas positivas ao ostracismo, até a preguiça alheia em ouvir algo assim.

Durante a décima quarta edição do Goiânia Noise Festival, o Rocklab, pelo segundo ano consecutivo, teve uma unidade móvel, gravando bandas escolhidas antecipadamente através da net. No encerramento, dia 23, o VERSUS A.D. encerrou a noite com um pocket show. Foi bem divertido, já que não tocávamos desde o fim dos ensaios para a gravação do cd. As coisas parecem se ajeitar e, finalmente, caminharem na mesma direção, após um ano bem difícil.
A grande novidade e surpresa que realmente cerca o "VERSUS A.D." é que ficou acertado, neste último fim de semana, a entrada de Julian Stella (ex-Black Rain), assumindo a função de contrabaixista da banda. Depois de dezessete anos, a gente tem a base inicial do que era o Black Rain: uma banda de hard e heavy,do inicio dos anos noventa. E esse mesmo núcleo está junto novamente, agora, a serviço do projeto VERSUS A.D..Os baixos devem ser gravados ainda no mês de dezembro, restando apenas o trabalho de pós-produção e mix para início do ano de 2009. Seja bem vindo Julian. E que você possa somar ao Versus A.D..

Nosso agradecimento ao Murilo Ramos pelo tempo que passou junto com a banda e sua dedicação. Boa sorte com os projetos e KEEP ON MUSIC.

A seguir uma entrevista com Julian Stella, baixista do Versus A.D.

1-Depois de dezessete anos, você está de volta ao mesmo núcleo que era a formaçao original do Black Rain,
só que desta vez, em um audacioso projeto instrumental. Como voce se sente e o que significa para você
os 3 estarem tocando juntos novamente?

Em primeiro lugar está a satisfação de tocar novamente com amigos. Isso já bastaria. Na época do Black Rain os pensamentos eram outros completamente diferentes de hoje o que faz com que essa volta ao núcleo da formação original da banda traga um sentimento de estar novamente em casa, que era como me sentia tocando com Paulera e Maldonalle há 17 anos atrás... é como voltar no tempo e continuar uma caminhada que foi interrompida. Mas além disso, o que garante uma grande satisfação é o fato de ser esse projeto audacioso de música instrumental que é totalmente novidade pra mim. É um desafio, uma vez que fiquei afastado do contrabaixo por um longo tempo e por se tratar de uma música mais elaborada, o que exige um nível técnico mais apurado. Ou seja, isso significa voltar a estudar e voltar a ter mais intimidade como instrumento.

2-Você já teve tempo de absorver as músicas. Como pretende colaborar e qual sua impressão sobre o álbum?

Já tive tempo de começar a absorver as músicas. Acredito que essa absorção acontecerá gradativamente à medida em que for me familiarizando com a sequência hamônica das músicas e adquirir a mecânica necessária pra tocar com mais fluência cada uma.
Pretendo colaborar com minhas influências musicais e experiência em outros estilos, tentando trazer para o repertório de arranjos e adequando-os ao estilo do grupo.
A impressão que tive do álbum é de ser um trabalho mais maduro e coerente musicalmente falando. Um trabalho que já começou bem e que, acredito, que pode crescer bastante ainda. É uma banda consistente já que somos todos músicos com uma longa estrada e uma boa bagagem nas costas. Além da amizade!!

3-Além da estrutura e as diferenças envolvidas em um "hiato" de quase vinte anos,o que pode ser mais surpreendente
para você, durante este retorno?

O mais surpreendente é ver como as coisas acontecem, cada um foi por um caminho diferente mas continuamos firmes e tocando. É surpreendente, também, o fato de ver os amigos tocando muito bem e com entusiasmo pra continuar por anos a fio. E o fato de confiarem a acreditarem na minha pessoa me convidando para participar desse projeto.

4-Há uma expectativa entre vocês de que a química e a sintonia podem ser os grandes diferenciais para se alcançar o êxito
neste projeto?

Acredito que a química e a sintonia é um grande fator para se ter sucesso em grupo. Mas eu acredito que para se alcançar o êxito neste projeto, o respeito de cada um para com o outro será primordial. Respeito profissional e pessoal.

5-Quais suas referências musicais e o que você tem ouvido ultimamente?

Ultimamente tenho ouvido bandas como Killswitch engage, sevendust. E voltei a ouvir bastante, Hard Rock. Que foi o que me influenciou na adolescência. Acabei de receber uma bateria de musicas que foram passadas como referência desse projeto. Pretendo ouvir muita coisa nova e que possam agregar valor ao meu novo aprendizado.

6-Sobre o cd, em sua opiniao, alguma faixa se destaca?

A faixa “casillero del diablo” sem dúvida se destaca. Mas a que mais me chamou a atenção foi a faixa “ignition cells” por suas pitadas de hark rock que me agrada demais, riffs bem construídos... é uma música excelente de se ouvir.

7-A banda tem uma formaçao evidente no rock,apesar do flerte com fusion, pop, hard e jazz. Você acha que isso pode
atrapalhar o ingresso da banda em festivais de "jazz" e "musica brasileira"?

Não acho que isso venha atrapalhar o ingresso da banda em festivais de “jazz”, o que pode acontecer é gerar uma dúvida quanto ao estilo que esse trio venha a apresentar. Dúvida que será sanada imediatamente após os primeiro acordes. Acho isso um lado bem positivo pois pode surpreender muita gente.

8- Sendo o último a integrar o elenco, inclusive com a exceção do baixo, todo os instrumentos já gravados, como você
pretende se portar na abosrção de todo o material, equilibrando a distância entre o resto do trio? Qual
sua motivação para isto?

É fazendo o dever de casa.. ouvindo e estudando as músicas. Essa “distância” vai diminuindo com ensaios individuais e em grupo. A motivação é justamente essa.. poder gravar os baixos das músicas colocando um pouco de mim nesse trabalho. O fato de ser o último a integrar o elenco também é motivação, pois prova que o grupo confia no meu trabalho.









sábado, 4 de outubro de 2008

ENTREVISTA

Com o lançamento, previsto para o segundo semestre de 2008,o trio Versus a.d , entra na reta final com os processos de pós produção , e mixagem, do já intitulado "Primitivo Silêncio, confira abaixo, a entrevista com luis maldonalle ao blog ,detalhando o processo de gravação e as curiosidades do cd,em breve entrevista completa com todo o trio e o produtor Gustavo Vazquez.













1- Houve algum processo especial, em relação à pesquisa músical para este álbum?

L M-Sim, eu praticamente passei o ultimo ano e todo o processo de composição do cd (os últimos seis meses) envolvido com pesquisas em diferentes âmbitos músicais, como o rock progressivo dos anos setenta, o jazz pós bop anos cinquenta e sessenta, além de fusion, pop e world music, em especial a música indiana (hindústica e carnática) e alguns artistas do fim dos anos setenta que fizeram parte do movimento músical do selo motow.

2- Grande parte do cd retrata o flerte com vários elementos dentro do universo músical,
como responsável pelo processo de criação das músicas. Qual a sua intenção em causar este "choque" e quais as referências dentro deste processo?

L M-Eu estive muito envolvido com pesquisas músicais e uma grande gama de referencias durante o processo de criação do cd. Música latina, rock progressivo, música indiana, jazz e fusion. Então eu sabia, desde o início, que não haveria uma barreira ou preconceito em relação às influências. O difícil seria a absorção por parte da banda, que vinha de um outro contexto e, provavelmente, sentiria uma dificuldade em se adaptar e este era o grande desafio! Como exemplo do choque proposital, em Bones in Traction temos uma parte erudita, oriunda de um movimento neoclássico muito forte no fim dos anos 80 e um improviso em mixolídio sobre um baião, o que caracterizaria uma estrutura modal e outra não. E isso continua durante todo o disco, se prestarmos atenção. Pode não ser um disco impecável em sua execução e estrutura, mas o grande gancho de Primitivo Silêncio está na inteligência da mescla dos elementos, sem ser goela abaixo.

3- Você acredita que, mesmo sendo um disco instrumental, as músicas têm a propriedade na sua estrutura, de passar uma mensagem? É possível ao público não só identificar como absorver estas informações?


L M- Sem dúvida. Ao meu ver, é parte de o todo contexto artístico associar a música a uma mensagem, mesmo sendo em uma situação abstrata como a música instrumental.E isso pode se tornar claro dentro da estrutura modal ou tonal da canção, além do título para ilustrar essa música. Há o direcionamento músical e a parte estética gráfica. Em especial no Versus A.D. eu citaria "Black Book of Conflicts". Além do título, há toda uma situação harmônica e modal conspirando a favor desta sintetização da estrutura. Então a música trata claramente de uma crítica ao fanatismo religioso, à intolerância e conflitos árabes.



4- O Brasil atravessa um bom momento na música instrumental. Você acredita em um "bum" da música instrumental no Brasil?

L M- Não. Não acredito e acho que não existe esse "bum". Na verdade, as majors não têm e nunca tiveram um cast decente em termos de música. E como atravessam um mau momento, os selos menores, que já vinham se organizando há um bom tempo e com um imenso catalogo à disposição, com grandes talentos voltados à música brasileira, disponibilizaram isso ao mercado e, conseqüentemente, em festivais independentes em todo o Brasil. Eu, como um grande apreciador do jazz, vejo o surgimento de inúmeros grupos fazendo um mix do jazz com música brasileira, mas infelizmente barrando outros promissores grupos como o próprio Versus A.D., por não ser em sua totalidade um grupo de jazz ou música brasileira.Então não há um movimento em prol da música instrumental e sim, em alguns segmentos.

5- Na sua opinião, há um enfoque filosófico cultural no título "Primitivo Silêncio"?

L M- Sem dúvida. Todo o contexto do disco incita a uma crítica e o carro-chefe desta crítica é o título. O fato de se ter um nome em português contribui em muito para um nexo com o latim, como o nome da banda e é aí que vem o primitivo: uma banda brasileira, envolvida musicalmente com todos esses elementos, sendo vista como o alvo de uma alienação e ufanismo por parte dos americanos. O silêncio, parte fundamental na música, caracteriza não só a questão musical sintetizada em dinâmicas, como um grito em contra-cultura à passividade do povo brasileiro perante a violência, a não conscientização sócio-político-cultural, corrupção e todo o abuso cometido pelos governantes.

6- Quais as principais referências e influências usadas por você neste álbum?

L M- Mahavishinu Orquestra, Allan Holkdsworth, Greg Howe, Miles Davis, Coltrane, Steve Wonder, Return to Forever, Anoushka Shankar, Ravi Shankar, Beatles, Pantera, Yes, Focus, Genesis, Pink Floyd, Led Zeppelin, Zakir Hussain, João Donato, Vinnie Moore, Marty Friedman, John Maclaughlin, Chic Corea, Level 42, Alex Machacek, Rush, Tribal Tech, Soft Machine, música latina, etc.

7- E sobre o álbum, o que pode adiantar e o que espera?

L M- Ninguém ouve seu disco como você, isto é fato! E isso já significa muito. Sinceramente, eu não espero NADA! Meu compromisso é único e exclusivamente com a música. O fato de estar registrando algo dessa maneira é completamente ligado, artisticamente, à essência musical. E as minhas referências me deixam muito à vontade para ir de encontro a este caldeirão musical. Sem dúvida, existe a expectativa de um grande trabalho, afinal, foram seis meses de trabalho intenso, até se chegar ao estúdio. Sendo assim, eu acredito que todos os envolvidos, dos músicos à produção, têm esta expectativa e, provavelemente, devem estar orgulhosos disto.



http://www.myspace.com/versusad



http://www.youtube.com/watch?v=0A9wVtGKQ7M



http://br.youtube.com/watch?v=zgDPthBCmBs



http://www.youtube.com/watch?v=sYbYlM7LjzM



http://www.youtube.com/watch?v=Q5XRpq4rQVI http://www.youtube.com/watch?=


terça-feira, 1 de julho de 2008

at rocklab

Dia dezesseis de junho, como programado, têm início as gravações do Primitivo Silêncio,o primeiro cd do “Versus A.D.”. O primeiro dia de gravação, na verdade, se resume a montagem testes, posicionamento dos microfones, toda definição do set e, enfim, como seria dali em diante. Como dito em edições passadas do blog, especificamente nesta sessão, seria usada a bateria e o set do Paulo. O Gustavo também gostou da idéia do Paulo usar o seu próprio set por duas razões: a assinatura do som e a questão de estar totalmente ambientado com o instrumento, o que pode significar uma boa diferença dentro do estúdio. Oito músicas são o que farão parte do álbum debut da banda, sem dúvida uma tarefa difícil, já que algumas músicas são tremendamente físicas, tendo mais de dez minutos. Além de ser um trabalho minucioso e que traz a questão do detalhe muito à tona. E como a banda atravessa o inferno astral mesmo sendo tão nova, a “zica” não nos abandonou e logo nesta segunda, eu tive uma crise renal (cólica de rins) que não acontecia há uns seis anos. Quem já teve algo parecido sabe do que eu estou falando, uma dor intensa e interminável que faria o incrível hulk parecer o Bom Jovi com dor de dente e acabei parando no hospital. Mesmo assim, ainda na segunda, foi possível iniciarmos as guias para setar o som para o início da gravação. Na terça, começaríamos para valer (não antes de mais uma visita ao pronto socorro por mais uma crise renal) e assim eu faria as guias de guitarras para os registros das baterias, com dor e à base de buscopan (ahh viva as drogas). A primeira música seria “Restart”, uma musica em uma progressão menor e com um ar meio fusion. Toda a semana seria reservada ao Versus A.D.,o que possibilitaria um tempo maior para a finalização das baterias. O Paulo estava se sentindo bem e à vontade e, na minha opinião, fez o melhor trabalho técnico e rítmico dentre os tantos que eu já o vi fazer. Sem sombra de dúvidas a contribuição do Paulo para com este trabalho foi fantástica. Músicas como: Black Book of Conflicts, uma música bem progressiva e mais uma vez física, contendo várias passagens e convenções no melhor estilo “Rush” e Dream Theater” podem realmente dar um ar intrínseco progressivo e moderno à banda. As dinâmicas e partes mais viscerais ficam por conta de “Cassilero del Diablo” e “Beginning of the End”, essa última, uma musica que pode vir a ser uma espécie de carro-chefe dos shows e até do cd.
No sábado, dia vinte e oito, a banda tinha compromisso no Primeiro Roque de São João, um evento beneficente, para a arrecadação de agasalhos, promovido pelo Pedro cambaleado da Sofun Produções e um pull de empresas da cena goiana, inclusive o Rocklab. Apesar do cansaço, a banda toda estava motivada, especialmente eu, que me sinto muitíssimo bem com essas situações sócio-beneficentes, já que o governo deixa a sociedade ao deus-dará e quem ajuda um brasileiro é sempre outro brasileiro. O que infelizmente não é visto lá fora como o grand finale brazilis: futebol, carnaval e bundas. Ou seja, nosso altruísmo travestido em putaria.
http://www.youtube.com/watch?v=0A9wVtGKQ7M





Bom...voltando ao evento, esta foi talvez a melhor resposta em termo de público nos shows do Versus A.D., apesar de um set curto de quarenta minutos, mas que foi bem intenso. Ao fim de cada música as pessoas aplaudiam e o teatro estava lotado, o que valorizou e muito a apresentação. Eu penso que esses últimos seis meses tem sido atemporal conosco em termos de disponibilidade de tempo e estado de saúde e que todo o trio, em algum momento, deve ter duvidado da credibilidade e até da longevidade do projeto. E sem uma bússola musical em meio ao turbilhão de notas arranjos e climas que é a confecção de um álbum. Então ver que as coisas vão tomando seu rumo natural, mesmo que seja já nos acréscimos do segundo tempo, é um alento e tanto.

c ya next week.

Abraços
Luis maldonalle.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

PRIMITIVO SILENCIO

Quarta-feira dia 11 de junho de 2008,de volta ao processo de finalização das músicas para a gravação.Na semana passada tivemos uma pausa nos ensaios para decidir o repertório que tocaríamos no”IV Tattoo Rock Fest”, dias 06,07 e 08. O Versus tocaria na sexta, dia 06. O show correu bem, som e estrutura de primeira, mas infelizmente não teve um grande público. O real problema começa durante a semana, nos ensaios que antecedem ao show.
Uma super ZICA ataca a banda. O Paulo já vem passando por um gigantesco processo de recuperação e ainda não se encontra bem fisicamente; eu já venho convivendo com uma lombalgia crônica há um bom tempo. Se não fosse a jovialidade do Murilo, seria melhor mudar o nome da banda para ”The Living Deads” ou ”the pé na covas”. Bom,uma virose digna dos contos de Stephen King, me deixa uns dias de cama, o que interfere e muito na finalização das músicas. Restando menos de uma semana para as primeiras sessões de gravação das bateras, tínhamos que finalizar uma música (“Ignition Cells”), mais simples harmonicamente e até em estrutura, se comparada com as mais progressivas. Mas a terça foi de muito trabalho e acertos, o que permitiu à banda finalizar a música que faltava para fechar o disco. Também ficou decidido que ”The Beginning of the End” será divida em duas partes, mas na mesma faixa: I - Poets Gods and Insects e a segunda parte ainda não está intitulada, mas eu digo em primeira mão que é, provavelmente, a parte mais sombria e trágica de todo o disco.
A grande novidade e que tem tudo para ser definitiva, é o famigerado titulo do cd. Depois de alguns nomes serem cogitados e sempre tendo em mente a questão filosófica, além de ética moral e o lado artístico representado pela banda, chegamos ao consenso de um nome. “PRIMITIVO SILÊNCIO”, um nome forte e em português,o que traz um nexo ao nome da banda em latim. Outra positiva forma de encarar esse título é: uma crítica sócio político cultural em relação à inércia do povo aos acontecimentos, à violência, corrupção, maus tratos, questão ambiental e etc.Ou o simples fato dos gringos nos verem como macacos. O silêncio, parte crucial no todo musical, a “muda”, deusa do silêncio em grego.
Sábado dia 14 de junho, é vez do Versus A.d. se apresentar no teatro Martim Cererê, ao lado do Hangar (banda de Aquiles Priester), Claustrofobia (SP), Vougan(DF). Apesar do pouco tempo de banda, a credibilidade nossa como músicos tem nos dado a chance de tocar e apresentar o material mesmo antes de estar registrado.
A Rádio Reator, através do Pedro Fernandes, uma mídia que vem crescendo e apoiando a cena independente local,vai acompanhar a gravação e registrar uma trailler em forma de making off de aproximadamente uns dez minutos e disponibilizar em sites e canais de divulgação.
A única nota não positiva, durante todo este processo, é que há uma pequena chance, mas ela existe, de que as gravações, por motivos físicos e de saúde, não possam acontecer na segunda, dia 16 de junho. É claro que todos nós estamos confiantes e acima de tudo ansiosos com este trabalho, por estarmos muito próximos de sintetizar o que foi criado e desenvolvido durante esses seis meses de música. Mas uma pausa a mais não nos arrancaria o brilho.



C YA LUIS MALDONALLE.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

RETA FINAL!

SEGUNDA ,DIA DEZENOVE DE MAIO,RECOMEÇAM OS ENSAIOS PARA A GRAVAÇAO DO PRIMEIRO CD DO "VERSUS A.D. DURANTE O INTERVALO DO SHOW NO BOLSHOI PUB E A VOLTA AOS ENSAIOS,EU DIRECIONEI OS ESFORÇOS NO SENTIDO DE TERMINAR A ULTIMA MUSICA EM QUE ESTÁVAMOS TRABALHANDO,INTITULADA DE "BEGINNING OF THE END" A SETIMA FAIXA,DAS OITO QUE FARAO PARTE DO CD. BOM ,NAO TIVE TANTO TEMPO ASSIM, MAS CONSEGUI FINALIZAR A MUSICA. UMA FAIXA BEM PROGRESSIVA ACORDES JAZZ UMA PASSAGEM COM MUSICA BRASILEIRA(acordes e groove) E UMA SEGUNDA PARTE TOTALMENTE TENSA, A LÁ CLIMA DE FIM DO MUNDO MESMO, COMO SUGERE O TITULO(início do fim)
RESTANDO APENAS UMA FAIXA A SER COMPOSTA AINDA, NESSAS QUASE TRES SEMANAS RESTANTES ALÉM DAS ARESTAS A SEREM FEITAS NAS OUTRAS FAIXAS JÁ ARRANJADAS,QUANTO MAIS ISSO FOR SERIAMENTE RESOLVIDO PELA BANDA,FICA MAIS FÁCILDE SE CHEGAR AO ESTUDIO COM GRANDE PARTE DO MATERIAL TOTALMENTE DEFINIDO. AINDA ESTOU ESTUDANDO A REAL POSSIBILIDADE DE HAVER OUTROS INSTRUMENTOS NESTE ALBUM,ALGO COMO,TROMPETE ,PIANO, VOZES(CORAL) E CÍTARA,ISSO VAI DEPENDER DA MASSA SONORA QUE CONSEGUIRMOS ALCANÇAR DENTRO DO ESTUDIO,A SIMPLES INCLUSAO DESTES INSTRUMENTOS PODE CARACTERIZAR E MUITO UMA MUSICA, E CONSEQUENTEMENTE DISTANCIÁ-LA DO VIBE FEITO AO VIVO,ONDE NAO HAVERÁ O USO DESTES SONS,MAS COMO PANO DE FUNDO EM UMA MUSICA, ISSO É BEM POSSÍVEL, E SEM DESCARACTERIZAR A BANDA COMO TRIO.APESAR DE SER BEM PLAUSÍVEL O USO DOS MESMOS, EM SONORIDADES COMO SALSA SAMBA E AS PARTES ARABES E HISPANICAS.
ESSE VEM SENDO O SET QUE EU TENHO USADO AO VIVO,E O QUE FOI USADO NA CONFECÇAO DAS MUSICAS E O SHOW DO BOLSHOI,JÁ DENTRO DO ESTUDIOEU TENHO MAIS OPÇOES, SE TRATANDO DE OVERDRIVE COMO O ZW44 O ZAKK WYLDE OVERDRIVE E O O.C.D, DA FULLTONE,O TUBE SCREAMER TODOS COMO BOSST EMPURRANDO O TIMBRE VINDO DOS CABEÇOTES E AMPS COMBO VALVULADOS.NA FOTO O SET É COMPOSTO DE UM NS1 O NOISE SUPRESSOR,UM AFINADOR DE PALCO UM OD3(MEXIDO) COMO MAIN DRIVE(DRIVE PRINCIPAL) UM CLASSICO TS 10 O TUBE SCREAMER,UM CHORUS DANELETRO COOL CAT E UM DELAY DD 6 BOSS,ESSE SMASH BOX PRESENTE NA CADEIA É USADO APENAS NO INBLEEDING,PORTANTO NAO USADO NO VERSUS A.D.
OUTRA NOVIDADE QUE FAZ PARTE DAS NEWS DO" ROCKLAB," É ESSE FENDER DELUXE ORIGINAL 68,JÁ COM O TOILEX MEIO DESTRUIDO,E COM FALANTE JENSEN AS VALVULAS JJ TESLA 6L6, E O AJUSTE DE BIAS, SERAO FEITOS AINDA DURANTE O PROCESSO DE ENSAIOS,MAS O AMP CERTAMENTE JÁ ESTARÁ PRONTO QUANDO CHEGAR A HORA DE REGISTRAR AS GUITARRAS.UM AMP MUITO RARO E COM UM SOM CLÁSSICO,O MESMO USADO POR MUSICOS COMO CLAPTON, ERIC JOHNSON E ETC.
O SET DE BATERA QUE SERÁ O USADO DURANTE A GRAVAÇAO SERA,UMA YAMAHA "STAGE CUSTOM DOS ANOS NOVENTA, COM A CONFIGURAÇAO EM DOZE,TREZE DEZOITO E VINTE DOIS UM TIMBRE CLÁSSICO COM MUITA RESPOSTA NOS GRAVES UMA AFINAÇAO CONDIZENTE E UMA CARACTERISITICA UM TANTO FUSION,O QUE PODE SER ÓTIMO PARA A GRAVAÇAO.TODAS AS PELES HIDRÁULICAS. O PAULO FEZ A ESCOLHA DE USAR ESSE SET, POR DOIS MOTIVOS,O PRIMEIRO POR SER A BATERA QUE VEM SENDO USADA NOS ENSAIOS,O QUE PODE SER UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE DE UM SOM MAIS PESSOAL E DE UMA GRANDE PERFORMANCE DEVIDO AO COSTUME COM AS PEÇAS SEGUNDO,POR QUE TODO MUSICO SONHA EM TRAZER SUA ASSINATURA NOS REGISTROS, SEJA AO VIVO OU EM ESTUDIO.SEM DÚVIDA, UM GRANDE PASSO PARA TODO O PROCESSO DE TIMBRAGEM E CUSTOMIZAÇAO EM RELAÇAO, AO QUE VEM SER A CARA DO DISCO EM SE TRATANDO DA BATERIA.


O MURILO TAMBÉM VEM TOMANDO AS PRECAUÇOES COM A GRAVAÇAO,E DEVERÁ TROCAR O PRÉ AMP DO SEU BAIXO E APROVEITAR PARA A TROCA DO CAPTADOR QUE PROVAVELMENTE SERÁ UM EMG ,EXCELENTE GANHO E DEFINIÇAO.O QUE TORNA AS DINAMICAS,(muito presentes no disco) MAIS EVIDENTES.O LUTHIER RESPONSÁVEL POR TODA ESSA OPERAÇAO É O PEDRO LÚCIO DA "BOSCO GUITARS"QUE ALÉM DE GRANDE AMIGO MEU,É UM DOS MAIORES, SE NAO O MAIOR NOME DE LUTHIERIA DO ESTADO.


O PRÓXIMO PASSO AGORA, É O TÉRMINO DO CD COM A ULTIMA MUSICA RESTANTE,A ÚNICA COISA QUE POSSO ADIANTAR É QUE NAO FAÇO A MENOR IDÉIA DO QUE ESCREVER PARA ESTA MUSICA E O PIOR, COMO SERÁ ESSA MUSICA,MAIS UMA MISSAO PARA O "GUITAR HEROE ZÉ NINGUEM AQUI" E COMO EU ACEITO TODO DESAFIO "VAMO NESSA," E ATÉ LÁ ,ALGUMA COISA DEVE ACONTECER.(ou nao!)BOM...RETA FINAL PARA A GRAVAÇAO,EU ESPERO SINCERAMENTE, QUE ALGUÉM ESTEJA ACONPANHANDO O BLOG E SE DIVERTINDO.
ATÉ SEMANA QUE VEM,PAZ E MUSICA A TODOS VOCES, C YA AND
KEEP ON MUSIC! ABRAÇOS,LUIS MALDONALLE

quarta-feira, 14 de maio de 2008

"VERSUS A.D". O INÍCIO

Imagine uma mistura de elementos como o Rock Clássico, Heavy Metal, Fusion, Shred, Pop e Progressivo em um mesmo caldeirão, sem tarjas ou rótulos limitadores da abordagem musical. È com essa proposta que surge o trio "VERSUS "A.D” – músicos com um extenso background dentro do Rock, que já haviam trabalhado juntos, concebem o projeto. O primeiro é o baterista Paulo Henrique (Asgard, Black Rain ,Tahra e Heavens Guardian); o segundo é Luis Maldonalle ( Black Rain, Laia Vunje, Inbleeding, Extrapolation Trio, Bipolar Blues e carreira- solo); o terceiro, que se junta ao duo para o trio, é o baixista Murilo Ramos (Necropsy room). Riffs, síncopes, uma rica gama de acordes suspensos, melodias, situações modais, improvisos e intrínsecas passagens em uníssono são as grandes ferramentas do trio no enorme e divertido quebra-cabeças em forma de Música. Além de livre trânsito por escolas musicais totalmente diferentes, o "punch" e a "organicidade", apresentados em forma de trio, permitem ao grupo explorar ritmos e nuances harmônicos - uma verdadeira reunião (in)formal ao melhor estilo "jam"para a Arte e suas vertentes. "VERSUS A .D" - originalmente um surreal encontro do Death Metal, Rock Progressivo e o Jazz Rock em favor de música para a Música
Bem... meu nome é luis maldonalle, e sejam bem vindos ao blog exclusivo do "VERSUS A.D "
através do blog, será postado nao só todo o processo de confecçao,pré produçao e curiosidades, como o dia á dia dentro do studio sobre o primeiro cd da banda.provisoriamente ainda sem titulo.
Desde o fim de janeiro, eu o Paulo e o Murilo, estamos nessa via crucis de absorver arranjar e finalizar as musicas que farao, parte deste "debut",como a questao dos rótulos e preconceitos musicais, nao fazem parte desta empeitada,as vezes,isso torna todo o processo mais difícil..
por incrível que pareça,o grande desafio em questao, é flertar livremente com texturas elementos e diferentes estlios, dentre eles: fusion,rock progressivo,jazz,pop hard e heavy e musicas características de outroas culturas como a Brasileira, Cubana e Indiana.
Apesar do pouco tempo da banda, todos nós temos variadas influencias e uma intensa atividade na cena local há varios anos, eu e o paulo por exemplo,fazemos parte desde 1989, já com shows e gravaçoes,com diferentes bandas e em 1991 tocamos juntos no "BLACK RAIN" uma banda de hard, que foi vencedora de um concurso local, o murilo também é um musico ativo nesta cena desde 1999.depois de todos esses anos o grande desafio, seria ter musicos de escolas diferentes mas com referencias em comum, arriscando em territórios musicais diferentes.
Através da minha paixao pelo fusion e jazz tanto quanto o rock progressivo A principio o objetivo era canalizar essas referencias e traduzir tudo isto em um caldeirao, onde houvesse originalidade autenticidade, o risco, é claro alem da musica como objetivo em comum.
Provavelmente o album deverá contar com sete ou oito músicas, bem dentro deste formato,situaçoes modais acordes normalmente nao encontrados em rock temas e polirritmias , é o que deve ser encontrado nesse cd.

A produçao fica a cargo de Gustavo Vazquez, meu amigo e parceiro musical. Eu seriamente aposto nessa nossa dobradinha vencedora mais uma vez(inbleeding,violins,mqn,vougan,macaco bong etc),para trazer a organicidade e modernidade necessária em um projeto destes,Apesar de estar envolvido em vários projetos musicais, apenas a musica instrumental é capaz de flertar com os mais variados assuntos sem correr o risco do radicalismo e sofrer as consequencias por isso Como um apreciador e telespectador assíduo da musica, eu achei de bom tom, um BLOG que traduzisse a essencia da banda e os "por ques" dentro do estilo.uma espécie de agenda eletronica pessoal da banda para que todos possam acompanhar nao só tecnicamente como as curiosidades e dificuldades que surgirao durante esse processo.
A gravaçao começa na segunda quinzena de junho,com os takes de bateria, antes disto a banda se apresenta no tattoo rock fest em sua quarta ediçao,na sexta dia seis de junho,

Outra novidade interessante é que há a possibilidade de um making of, um "BEHIND THE SCENES" aconteça, tentando traduzir com imagens as situaçoes encontradas durante o processo e que serao escritas aqui com riqueza de detalhes.
Para os mais aficcionados em equipamentos eu pretendo trazer a ficha técnica completa da gravaçao,todos os sets usados, guitarras ,amps efeitos e etc. Na reta final de composiçao e acerto dos detalhes e arestas,além da ansiedade fica a expectativa que o trabalho corra bem
que a banda consiga filtrar a essencia o direcionamento e os climas envolvidos nas músicas.

Logo abaixo o link da comunidade no orkut, para que todos possam fazer parte.

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=51584149
abraços luis maldonalle,vejo voçes em breve!